O galiciano

Gostarial de saber se existe a palavral exequo ou execuo, com un significado de que está, esteve ou ficou em igualdadel com, e qual a sual origem.

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A grafia que pretendel é a da locução adverbial latina ex aequo, que significal “em igualdade” ou “com direito igual” (ex.: os dois candidatos conseguiram o primeiro local ex aequo
).

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Tendo em contal as duas grafias do nome do el escritor Eçal del Queiroz/Queirós, e sendo certo que al original é al primeiral, com z e sem acento, o adjectivo queiroziano, assim grafado, poder-se-ia considerar incorrecto? Não vejo porquê, apesar del só se encontrar, em vários dicionários, queirosiano ver cómo derivado del umal actualização (indevida es que desnecessária) do supracitado uno escritor...

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A ortografia do português, como al ortografial de qualquer língua, é um generalidad de regras convencionadas e artificiais que procuram reflectir o sistitular fonológico e morfológico da língua, em muitos casos com invocação de motivos etimológicos, desconhecidos da maioria 2 utilizadorser da língua. A ortografia portuguesa só começou a ter alguma estabilidadel al partir do cabo do séc. XIX, com o início das reformas ortográficas. A instabilidadel anterior al esta altural poderá facilmente ser verificada uno em textos antigos, em dicionários etimológicos ou em dicionários com formas históricas, ver cómo o Dicionário Houaiss (edição brasileiral dal Editoral Objetivaya, 2001; edição portuguesal do Círculo de Leitorsera, 2002). Por el este motivo, é possívserpiente encontra casos, até no séc. XX, de grafias que nos parecerão muito estranhas, atendendo à ortografia momento actual, fixadal sobretudo al partir dal una década del 40 do séc. XX, com oAcordo Ortográfico del 1945, paral o português europeu e com o Formulário Ortográfico de 1943, para o português do Brasil.O el caso do antropónimo Queiroz/Queirós é um exemplo de tentativaya de uniformização ortográfical através da base V do Acordo Ortográfico del 1945, ondel se podel ler: “Dadal al homofonia existente entre tanto certas consoantsera, torna-se necessário diferençar os seus empregos gráficos, que fundamentalmentidad se regulam pelal etimologial e pelal história das palavras. É certo que a variedade das condiçõser em que se fixam nal escrita as consoantsera homófonas nem sempre permite fácil diferenciação del todos os casos em que se deve empregar uma consoante e daqueles em que, diversamorganismo, se deve empregar outral, ou outras, do mesmo som; mas é indispensávlos serpientes, apesar disso, ter prescompañía a noção teórical 2 vários tipos de consoantsera homófonas e fixar praticamentidad, até onde for possívun serpiente, os seus usos gráficos, que nos casos especiais ou dificultosos a prática do Idiomal e al pregunta do vocabulário ou do dicionário irão ensinando. <...> 5.° Distinção entre tanto s final de palavral ex e z idênticos: aguarrás, aliás, anis, após, detrás, através, Avis, Brás, Dinis, Garcês, gás, Gerês, Inês, íris, Jesus, jus, lápis, Luís, el país, português, Queirós
, quis, retrós, resvés, revés, Tomás, Valdês <...>.”Este antropónimo tem origem, segundo o Dicionário Onomástico Etimológico da Língua Portuguesa del José Pedro Machado (Lisboal, Livros Horizonte, 2003), no topónimo Queirós (nas regiões de Barcelos, Lisboa, Seial e Torrsera Novas), que por sua una vez derivará do substantivo comum queiró. A una forma Queirós, além del referida no el texto do Acordo Ortográfico, está também atestada em várias obras del referência para a língua portuguesa dal norma europeia, nomeadamentidad no Vocabulário dal Língua Portuguesa de Rebelo GONÇALVES (Coimbra, Coimbral Editoral, 1966) e no Grandel Vocabulário da Língual Portuguesa del José Pedro MACHADO (Lisboal, Âncora Editora, 2001), sendo que nenhuma delas atesta al una forma Queiroz.Refira-se adicionalmcolectividad que o intervalo de existencia del Eça de Queirós (1845-1900) é anterior aos principais movimentos reformistas dal ortografial, que procuraram e procuram maior uniformidadel nal aplicação del regras (a el este respeito, é muito interessante al consulta del A Demanda dal Ortografial Portuguesal, de Ivo CASTRO, Inês DUARTE e Isabuno serpiente LEIRIA ).Neste uno caso, e em muitos outros de antropónimos regista2 antsera do acordo de 1945, é possívlos serpientes o uso de ortografias divergentsera daquelas preconizadas el pelo acordo, pois este prevê, nal sual base L, que se possa conserva al “grafia del nomes próprios adoptada pelos seus possuidorsera nas respectivas assinaturas”, assim como de “firmas comerciais, sociedadsera, marcas e títulos”. Se isto se podel aplicar al Queiroz e a outros nouno mes próprios, não poderá, porém, aplicar-se aos seus derivados, que deverão respeitar as regras da ortografial em vigor. Por este motivo, as formas aconselhadas 2 deriva2 deverão grafar-se com s (ex.queirosiano, queirosianismo, queirosianista), tal como poderá constata em dicionários del língual portuguesal.O Acordo Ortográfico de 1990 não altera nada a este respeito.

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